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Crítica|RuPaul’s Drag Race All Stars – 2.01 All Star Talent Show Extravaganza

Um retorno agridoce para uma temporada que promete ser excelente.

Quase todo mundo, um dia, já ouviu ou proferiu a frase “aprender com seus próprios erros”. É praticamente um clichê que você ouvirá ou dirá alguma vez na vida. E este clichê é quase o mantra da segunda temporada de RuPaul’s Drag Race All Stars, tanto para a produção do reality, quanto para as participantes. Então segura firme na cadeira e vem comigo, porque é episódio de número 1 e o post vai ser loooooongo. 

Quando a primeira edição de All Stars surgiu os fãs ficaram loucos – eu incluso. Era a oportunidade de ouro de poder rever as participantes que amamos/odiamos no passado, e ter uma nova temporada, com a mesma pegada, mas diferente. Não preciso comentar que o resultado foi aquém do esperado, certo? Mimi Imfurst terminou extremamente injustiçada. O formato de eliminação dupla e o botão de socorro durante o lipsync não funcionou. Chad ganhou a coroa, mas até hoje ainda existe aquela parcela de fãs que não a julga tão merecedora assim, e a culpa é do formato da temporada que a coroou. 

E com a mudança bem-vinda durante esta segunda temporada, todo mundo recebeu uma oportunidade especial para brilhar e mostrar um pouco mais de personalidade, especialmente as vilãs condecoradas, Phi Phi Ohara e Roxxxy Andrews. 

Vamos falar das queens e o que mudou?

A princípio eu amei a edição e como ela brincou com momentos icônicos de cada temporada. Foi ótimo rever o momento de discussão entre Coco e Alyssa, além da frase que já estampou muitas camisetas: “Girl look how orange you look”. 

Katya – Katya sempre foi inteligente, mas insegura. Sua participação na sétima temporada foi regada por controvérsias, sendo a maior a sua eliminação – que eu considero a maior injustiça já cometida por mama Ru. Vê-la novamente foi ótimo, especialmente por ter a clara noção de uma evolução aparente, mas aquele mesmo ar de loucura. Pontos positivos para a “homenagem” a sua entrada na sétima temporada, com ela falando em russo e ostentando outro modelito vermelho com o símbolo do comunismo. 

Detox – Nunca fui fã da Detox e achei a dupla dela com a Roxxxy a coisa mais horrível do mundo durante a quinta temporada. Não vi nada de muito diferente em seu retorno e permaneci mais tempo incomodado com o cabelo e sobrancelha amarelo limão durante a gravação dos depoimentos, do que concentrado em suas mudanças, que aparentemente não são grandes.

Alyssa Edwards – Dona de uma personalidade e mente ímpares, Alyssa também não me mostrou nada de novo, ou diferente, mas no caso dela isso é para o melhor. Claro que o mais marcante foi ter o retorno de Coco e a prova de que as duas já superaram todo o lance da coroa roubada. 

Phi Phi Ohara – Essa sim veio com uma missão, a de mostrar que não é uma bandida maligna que assusta mais do que Sharon Needles. Ainda é muito cedo para dizer se irá funcionar, mas também vi alguns detalhes da velha Phi Phi na participante, especialmente quando alguém fala algo que ela não aprova – aquele olhos de quem pretende explodir a qualquer momento continuam ali, nos encarando. 

Ginjer Minj – Achei que voltou mais calminha. Só. 

RPDR 03

Roxxxy Andrews – Assim como a Phi², Roxxxy também voltou com uma missão de limpeza de imagem. Está mais doce e pedindo perdão o tempo todo pelos seus vacilos. Vamos acompanhar.

Coco Montrese – De todas a que eu achei mais fraca foi Coco, que parece ter desaprendido algumas coisas de uns anos para cá. Nunca imaginei que a veria “murcha” em uma apresentação ou em sua entrada triunfal. Não sei se a falta de confrontos a deixou mais doce, mas eu senti falta daquele lado arisco e mais “temperado” – ou das suas roupas extravagantes e chamativas. 

Alaska – Uma das queens que mais brilhou pós reality, Alaska está obviamente preparada para o All Stars. Bem mais segura e sem o peso do relacionamento com Sharon Needles, nossa rainha do Hiiiiiiiiennn veio para dominar. 

Tatiana – Surpresa! Essa é a palavra para definir Tatiana. Tudo está diferente, incluindo a personalidade. Quem poderia dizer que Tatiana seria responsável por frases ácidas, rápidas e com shade? Bom, o shade a gente sabe que ela tem desde pequena, mas nunca antes tinha visto tão bem colocado. Já preciso confessar que estou torcendo para essa louca. 

Adore Delano – Dorinha, minha arrastada favorita. Sua entrada foi mais segura do que a da sexta temporada, mas a segurança dela terminou aí mesmo. 

Bom, agora que já fomos apresentados as participantes, chegou a hora do primeiro mini desafio, que chegou bem mais cedo e marcando o ritmo mais acelerado desta temporada. Ler é fundamental e de leitura Alaska entende muito bem. Não fiquei feliz com os comentários da Katya a respeito da estação de ônibus, e pela cara da Roxxxy ela também não, mas quero acreditar que existe uma amizade muito grande entre elas e que justifique uma leitura tão pesada e ofensiva. E gente, o mundo pode girar, girar, girar e girar, Berenice pode se segurar e Phi² continua sem o mínimo senso de humor. Credo. 

Vamos pros melhores shades? Vamos.

  • “Coco Montrese: Eu sempre quis saber como a Gremlin fêmea iria ficar em 25 anos.”
  • “Coco: Obrigado por provar que na 5ª temporada laranja é o novo preto.”
  • “Detox. Não. Sério. Estou falando sério. Essa na verdade é a sua intervenção. Você precisa parar com isso.”
  • “Roxxxy Andrews: Obviamente uma dieta que consiste de nada além de ódio por Jinkx Monsson dá o corpo perfeito.”
  • “Adore Delano: Essas outras garotas vão dizer que você tem uma péssima técnica em maquiagem, que você não tem senso de estilo, e que você é burra como uma pedra. Mas elas estão erradas! Você não tem péssima técnica em maquiagem.”

Vitória devidamente dada para Alaska. Certo? 

Claro que este lado é apenas um aquecimento e o que contou mesmo foi o show de talentos, outra oportunidade para ver como nossas queens estão e se elas realmente melhoraram após tantos anos na estrada, se aperfeiçoando. Com exceção de Coco e Phi Phi, eu realmente aproveitei cada uma das apresentações. Com um destaque especial para Tati, que me surpreendeu pela inteligência e personalidade mais rápida. Não fui muito fã da apresentação da Alyssa, que também beirou o marasmo, mas nós sabemos que ela é uma professora de dança, então poderia ter rolado algo mais bem trabalhado, como por exemplo a Katya andando como a menina do exorcista. Não tem como errar quando você inclui um pouco de possessão demoníaca na sua apresentação. Estou mentindo? 

Agora se é para falar de merecimento no top 2, eu não colocaria Roxxxy, apesar de ter gostado do seu show burlesco. Para mim a canção da Alaska merecia muito mais. 

Contudo Coco e Phi² entram na categoria: assim não tem como te defender, amiga. A dança da Coco não fez sentido nenhum. O que era aquela foto? Aquele chapéu? Era do homem que ela estava esperando? Que dança foi aquela? Sem emoção total. Eu fiquei o tempo todo esperando ela jogar o chapéu no chão e começar um samba, ou uma conga sexy com a batida da Gretchen, mas nada. 

Já a nova santa do pedaço, Phi Phi, arriscou na música, provando que sua habilidade para cantar não evoluiu muito desde a quarta temporada. Tudo bem que a voz dela é até bacana, mas sem nenhum acompanhamento e não sendo uma cantora profissional – nem Adore que é conseguiria – o resultado beirou o desastre.

Do lado das safe queens, também concordo. O show da Ginger, Detox, Katya e Alyssa realmente se encaixa nessa categoria. 

E agora chegou o momento mais complicado e que rendeu um belo textão: Os comentários de Michelle Visage. Prontos ou não, aqui vamos nós. 

Por não terem mais uma mão na eliminação, pelo menos não diretamente, as críticas dos jurados irão trabalhar de forma a criar a tensão necessária para que o show não se torne um grande emaranhado de amizades e discursos piegas. Todo mundo ali sabe muito bem como um desempenho ruim dentro do reality, e estou falando em termos de personalidade e não posição, pode prejudicar a vida financeira lá fora. Para se ter uma noção da importância do programa para o futuro de seus participantes, é só fazer uma força e tentar se lembrar de Serena ChaCha. Serena hoje não tem 8 mil fãs em sua página do Facebook e sua foto com maior número de curtidas é uma em que ela está com Alexis Mateo. Então, para elas, é muito importante manter o legado, ou tentar recuperar/desenvolver algo que não foi criado durante sua temporada como novata na série. É aquela segunda oportunidade que não aparece para a grande maioria das pessoas em reality TV. 

RPDR 02

Exatamente por isso Michelle pontuou que agirá como uma cunt nesta temporada, porque ela precisa criar uma tensão que vá além. É necessário desestabilizar, quebrar. É algo cruel, especialmente quando avaliamos que em um show de talentos sua roupa deveria ser a última preocupação, certo? Bom, não aqui. Adore não é um pilar de segurança. Toda a sua temporada foi galgada em ter a queen questionando a si mesma e cada decisão feita por ela, ou crítica dos jurados. Muita coisa pode ter mudado, mas a essência permanece a mesma. A finalista da sexta temporada permanece extremamente inconstante e uma pilha de nervos. Sua voz que “rachou” durante sua apresentação demonstra que aquela segurança ainda não é parte integral de sua vida, e isso não é mandatório, mas também é algo perfeito para ser “explorado” dentro do show. 

Faz muito tempo que não acompanho outros reality shows, mas muito tempo mesmo, mas me lembro da edição do Big Brother Brasil que melhor delimitou a luta entre ‘Bem e o Mal’, a edição do Jean e da Grazi, contra  o médico Gê. Depois daquela edição todo mundo viu o impacto negativo existente em ser um antagonista em um programa de televisão exibido para milhões de pessoas e com a marca ‘reality’. É ruim para o bolso, é ruim para a reputação e ninguém quer. Se ninguém quer ser o vilão o programa se torna lento, sem muita animação e é aí que a edição entra e faz valer o dinheiro da emissora e dos investidores. É preciso desenvolver atrito. Como estamos falando de uma temporada inteiramente construída em cima de figuras polêmicas, a edição de RuPaul’s agirá como a vilã, mas não através dos participantes e sim dos jurados. 

RPDR 04

Não veja esses parágrafos, porém, como uma maneira de desculpar Michelle por seus comentários, ou passar pano em suas falas. Não. Na verdade é apenas para situar que daqui para frente este comportamento se tornará cada vez mais comum. É só ver a escolha de Raven Symoné como jurada convidada. Raven é parte do The View, um programa de televisão que não mede esforços para pegar falas e momentos e transformá-los em eventos diários de uma hora. Este comportamento mais agressivo é exatamente o que a edição quer, afinal, ver os jurados conversando como se não existisse amanhã antes do lipsync tem um preço. Este preço, contudo, não deveria vir através de comentários fúteis como a figura corporal, este é um dos maiores pecados cometidos por Michelle anualmente. A visão do tipo de corpo ideal, com a cintura definida, ou o comentário de que uma ‘big girl’ como Ginger Minj precisa prestar mais atenção em seu vestuário para não terminar com uma ‘vagina marcada’, não se encaixa na proposta do próprio reality, que é a diversidade. Por isso, apesar de compreender a visão mais agressiva, jamais conseguirei perdoar os comentários que envolvam o corpo de qualquer participante. 

Claro que essa tensão também teve seu impacto, expressado durante a conversa entre Roxxxy e Tatiana, além do papo com as garotas que estavam no bottom 3, com direito a Coco forçando umas lágrimas – eu percebi, dona Montrese. Neste ponto o reality acerta, ao criar uma tensão digna de Big Brother e Survivor. Vai além do que já estamos acostumados e revitaliza a proposta. Quem termina eliminada é Coco e eu entendo perfeitamente a decisão de Roxxxy. Apesar de serem amigas, o que Coco apresentou não foi bom, assim como sua energia para o All Stars, bem desgastada. Mas pelo menos ela terá uma chance de vingança, certo? Viram a edição assumindo a posição de vilã? Amo. De maneira geral eu aproveitei muito esse retorno, especialmente pela grata mudança no formato e a prova de que os roteiristas e editores da série também estão aprendendo com seus erros. Estamos longe da coroação final, mas tudo o que eu mais queria voltou: emoção e versatilidade da cultura drag. 

Observações

 – Vou roubar a frase de um amigo agora, mas não resisti: “Roxxxy e Phi² são PMDB, né? Tão querendo mostrar que são docinhos agora”. 

– Phi Phi apareceu com uma peruca loira, no mesmo estilo daquela que ela usou no desafio da revista na quarta temporada, onde ela foi super elogiada. Estamos de olho, mocinha.

– Todrick Hall agora faz parte do time de jurados fixos da temporada e eu amei a escolha. Para quem não o conhece, fica aqui a indicação de um álbum visual que ele criou, chamado  Straight Outta Oz – com participação de algumas queens de RuPaul’s como Bob, Willam e Laganja, além da presença de Nicole Scherzinger, Amber Riley (Glee) e Jordin Sparks. 

– Não vamos nos esquecer de que este é um reality show e que os comentários de todos os jurados foi editado. Ou seja, antes de xingar muito a Michelle no Twitter, vamos manter a compostura. Ou não. Sei lá. 

– Quantos boletos Mama Ru teve que pagar para ter uma música da Taylor Swift no programa?

– Para quem chegou até o final deste super texto, apenas uma mensagem: 

Um retorno agridoce para uma temporada que promete ser excelente. Quase todo mundo, um dia, já ouviu ou proferiu a frase "aprender com seus próprios erros". É praticamente um clichê que você ouvirá ou dirá alguma vez na vida. E este clichê é quase o mantra da segunda temporada de RuPaul's Drag Race All Stars, tanto para a produção do reality, quanto para as participantes. Então segura firme na cadeira e vem comigo, porque é episódio de número 1 e o post vai ser loooooongo.  Quando a primeira edição de All Stars surgiu os fãs ficaram loucos - eu incluso. Era a…

RuPaul's Drag Race

All Star Talent Show Extravaganza

Nota

Uma repaginada necessária para RuPaul's Drag Race All Stars. Todo mundo merece uma segunda chance.

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Sobre Diego Antunes

Fundador do site, também colabora com postagens para o Série Maníacos com reviews de séries. Nutre um amor incondicional pela Marvel e é leitor ferrenho dos quadrinhos da casa das idéias desde os 12 anos de idade.

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  • Suliz

    Drag Race voltou com tudo gente!! Tirando que tem gente demais da msm season to adorando, Coco realmente não parece a mesma sem a garra de derrotar Alyssa.
    Com o parâmetro está tão elevado acho que leva quem tiver emocional mais controlado, sorry Adore…

    • Também não gostei muito do aglomerado da quinta temporada, mas entendo. Querem as personalidades mais ácidas para “limpar” a imagem da primeira temporada, que foi bem meh.

  • Acho que Adore vai sair logo, ela não parece estar com muita vontade de participar do programa. Fiquei com a impressão que de ela está lá por obrigação.

    • Acho que ela até estava com vontade, mas percebeu que não precisa mais disso.

  • Bruno Granado

    Ótimos comentários. Sem dúvida um dos melhores episódios de toda a Saga Rupolística, rsrs. Espero que mantenham o nível. A parte triste será ver uma queen tão querida como Adore vítima das suas inseguranças e de um padrão. Se ela pelo menos bancasse uma postura, talvez teríamos uma força maior em defesa do que ela acredita e batesse de frente com a Michelle, ganharia a posição à favor dos demais (inclusive Todrick fez um comentário à favor) e conseguiria se sobressair, como é de merecimento.

    • Obrigado, Bruno. Adore é muito insegura, acho que é difícil ela bater de frente com alguém, especialmente no lado visual.

  • Michel Furquim

    Amei o EP e o texto. Roxxxy e Tatiana foram ótimas surpresas, mas vamos ser sinceros? Basta a Alaska aparecer pra ofuscar a maioria das Queens, né? Também achei que a canção dela merecia um top. Mas o resultado foi agradável.
    PS: amei a frase do PMDB hahahahaha

    • Pois é, achei a música da Alaska melhor que o show burlesco da Roxxxy, mas… Vai demorar muito tempo até eu conseguir entender como a mente dos jurados de RPDR funciona.

  • nico

    achei meio biased pelo gosto pessoal, rs

    • Toda crítica é, Nico. Impossível criar uma crítica desprovida de gosto pessoal. rs

  • Matheus N

    Quando a segunda temporada foi ao ar eu ainda era novo no Vale Dos Homossexuais, e como o programa foi uma das primeiras coisas com as quais tive contato no mundo gay, não tive a oportunidade de conhecer tão bem a Tatianna, e por esse motivo fico feliz de a ver de volta, porque mesmo tendo a conhecendo pouco durante a segunda temporada, eu gostava do que ela se propunha a trazer ao programa, e depois daquela apresentação com ‘Spoken Words’, seu lugar no meu coração foi garantido. Maravilhosa.

    Sobre a polêmica envolvendo o shade da Katia, eu confesso que não achei essa morte toda não, e confesso que eu quase dei um troço de tanto rir… Quem tem que se doer ou achar ruim é a Roxxxy, não a gente, até porque, foi ela quem viveu a história.

    Sobre a Adore, por mais que eu a ame, ela não deveria ter voltado ao programa. Ela já se consolidou como artista, como cantora e compositora, não precisa ser “Relembrada” porque ainda não foi esquecida, sem contar que está fazendo shows pelo mundo a fora.

    No mais, eu adorei o primeiro episódio, e espero que os outros continuem com essa dinâmica incrível.

    PS: Não tem como não amar a Alaska. Rainha Absoluta.

    • Obrigado pelo comentário, Matheus. No caso da Roxxxy eu acho complicado porque até pouco tempo atrás ela apareceu no Twitter para reclamar das brincadeiras que estavam fazendo a respeito desse fato. Então acho que ela não levou tão na “esportiva” assim, é algo bem traumático. No mais, concordo em relação a Alaska, poderiam ter dado o lugar para outra menos “aclamada”. Nos vemos na próxima review!

  • Gilson Amorim

    Adorei o texto! Concordo em tudo! A Adore apesar de mega talentosa é extremamente frágil emocionalmente, então é nela que vão pegar pesado! Mesmo assim, acho que o problema não foi nem a roupa e sim a música que ela cantou… Achei bem zzzzzzzzz

    O fato é que todo mundo sabe o quão talentosa ela é, e o que ela entrega sempre fica abaixo das expectativas…

    • Pois é, Dorinha é muito insegura e essa temporada deveria ser a chance dela finalmente se soltar, mas… Valeu pelo comentário, Gilson. Até a próxima!

  • Matheus Januario Shopek

    Ja odiei e nao continuei lendo apos a desnecessária critica escrota a deusa Detox 😀

    • ¯_(ツ)_/¯

    • Rogério Miranda

      deusa onde? nem aparecendo direito tá… kakakakakaka