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Crítica|Planeta dos Macacos: A Guerra

Planeta dos Macacos: A Guerra é o terceiro filme do reboot inspirado na franquia iniciada em 1968 e que teve cinco filmes lançados até 1973 (Planeta dos Macacos, De volta ao Planeta dos Macacos, Fuga do Planeta dos Macacos, A Conquista do Planeta dos Macacos e Batalha do Planeta dos Macacos). Em 2001 Tim Burton dirigiu o remake (Planeta dos Macacos) e em 2011 começou a saga do reboot (Planeta dos Macacos: A Origem e Planeta dos Macacos: O Confronto).

No dia 3 de Agosto estreou o terceiro filme da franquia carregado com um clima muito mais pesado do que os anteriores. Logo na cena inicial os pequenos detalhes, como as palavras escritas nos capacetes dos soldados e como eles tratam aqueles que passaram para o seu lado, como seres inferiores, são mostrados. Além disso no decorrer do longa é perceptível, ainda mais do que nos anteriores, a dificuldade dos seres humanos em lidar com aquilo que é diferente. Fica muito explícita a situação de escravidão e é possível traçar um paralelo entre o que é exibido na tela e o momento que o mundo real passou.

Um fato interessante sobre esse filme é que o trailer passou uma mensagem bastante diferente do que ele realmente é. Para muitos isso pode ser ruim, mas eu gostei de ser surpreendido principalmente tendo em vista que muitos dos filmes atuais acabam perdendo um pouco da sua magia devido as montagens dos trailers.

Desde os primeiros minutos é possível perceber é que existe um vilão principal a ser combatido, porém em uma conversa entre o Caesar e o Coronel (Woody Harrelson), paira no ar a duvida sobre quem realmente é o vilão da história, algo que também te coloca no dilema do protagonista. Outro fator que chama a atenção é a captação de movimentos e efeitos produzidos pelo estúdio Weta. É possível ver o Andy Serkis no Caesar e de maneira positiva, como em suas expressões e diálogos. Inclusive vale a pena conferir as entrevistas feitas com o ator, em muitas delas ele explica com detalhes como se deu o processo de criação do personagem e a sua evolução durante os filmes.

O filme tem diversos momentos que fazem referências a franquia e também a outros filmes clássicos. Existem também alguns pontos negativos e o final é um deles, por motivos de spoilers não irei comentar, mas foi uma das coisas que mais me incomodou e atrapalhou a experiência. Apesar disso essa é uma produção que vale a pena ser assistida no cinema, com o coração e a mente abertos para se deparar com uma história diferente da que foi contada nos trailers.

Planeta dos Macacos: A Guerra é o terceiro filme do reboot inspirado na franquia iniciada em 1968 e que teve cinco filmes lançados até 1973 (Planeta dos Macacos, De volta ao Planeta dos Macacos, Fuga do Planeta dos Macacos, A Conquista do Planeta dos Macacos e Batalha do Planeta dos Macacos). Em 2001 Tim Burton dirigiu o remake (Planeta dos Macacos) e em 2011 começou a saga do reboot (Planeta dos Macacos: A Origem e Planeta dos Macacos: O Confronto). No dia 3 de Agosto estreou o terceiro filme da franquia carregado com um clima muito mais pesado do que…

Planeta dos Macacos: A Guerra

Filme

Nota

Planeta dos Macaco: A Guerra é um ótimo filme, mas acabou com a  minha fé na humanidade.

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Sobre Angresson da Silva

Nascido em 88, ariano, meio diferentão devido ao ascendente em aquário e que adora conhecer novos animes, mangás, HQ’s, jogos, filmes e séries, sempre se preocupando com a representatividade em todas essas mídias. Ainda não formado, mas gosta de escrever suas opiniões e se auto intitula um Nerd Fajuto por não se identificar com os padrões de muitos Nerds.

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